Collab de ouro: NIKELAB X OLIVIER ROUSTEING

Collab de ouro: NIKELAB X OLIVIER ROUSTEING

Depois de Riccardo Tisci, que assinou a primeira coleção de NikeLab’s Summer of Sport  deste ano, a vez agora é de Olivier Rousteing, Diretor Criativo de uma das marcas mais desejadas do mundo da moda, a Balmain.

Apaixonado por futebol e obcecado por looks completos, Rousteing criou peças com o objetivo que elas funcionassem coordenadas entre si, e como a coleção é inspirada no lifestyle de jogadores de futebol europeus, durante todo momento da criação ele focava na pergunta “Um jogador de futebol usaria isso?”

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A clássica jaqueta N98 foi reinventada.

A N98 Jacket x OR é mais estruturada e vem com detalhes dourados (Balmain feelings), podendo ser usada como jaqueta ou como vestido.

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Dos tênis, o destaque vai para o Roshe Tiempo de couro, que combina o cabedal da chuteira com a leveza do Roshe tradicional. Mais os datelhes dourados Balmain inspired e a língua assimétrica.

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E para o Free Hypervenon que foi redesenhado para as ruas, trazendo o cabedal com detalhes dourados e partes “glossy” sobre a plataforma Free.

Olivier também é obcecado por detalhes e acabamentos, e pela primeira vez foram bordados padrões no Flyknit criando uma nova expressão dessa tecnologia. Os amantes de Fkyknit agradecem, já pensou logo mais os tênis de corrida que são feitos com esta tecnologia começarem a vir com padronagens diferentonas e alucinantes?

 

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Namastê!

 

 

Sobre ser bonita

Sobre ser bonita

Hoje li uma matéria sobre uma menina que conheço chamada Luciana Martinez, que foi para Londres trabalhar como maquiadora e acabou também mudando seu mindset sobre beleza e acabou virando modelo plus size da agência Bridge Models UK.

Sempre achei a Luciana muito bonita e bem resolvida, mas na matéria ela fala sobre uma eterna insatisfação que tinha com seu corpo e que começou a mudar esse cenário adotando uma alimentação mais saudável e uma rotina de exercícios. Hoje Luciana continua não sendo magra mas apendeu se aceitar.

Aí fiquei pensando e fiz um paralelo com minha própria vida.

Nunca fui gorda, mas também nunca fui uma mulher magrinha, pequena e no padrãozinho de beleza. Sempre tive uma estrutura grande, costas largas, pernas fortes e durante muito tempo tive problema com isso. Claro que a corrida teve um papel fundamental para hoje eu me aceitar COMO sou, mas sem dúvida também tive algum aprendizado sobre autoconhecimento e uma “virada da chave” onde pude perceber e valorizar QUEM eu sou.

Hoje na internet a gente vê muito conteúdo que inspira, mas também muita coisa que por alguns instantes (erroneamente) nos fazem achar que seremos mais felizes se estivermos nos padrões, e é exatamente aí que entram as piores ideias para conquistar um corpo que jamais será nosso. Eu, Paula, aprendi a lidar com esses “instantes” porque lá atrás quando me encontrei através da corrida, também aceitei que jamais estarei nesses padrões e que não preciso estar neles para ser feliz ou ser uma boa corredora – que são meus principais objetivos.

Tenho 1,69 de altura e peso entre 60 e 63kg dependendo da TPM, e tem alguns anos que me mantenho assim mesmo depois dos 30. Pode parece um platô, mas não tenho mais o objetivo de pesar 50kg, pois pesava isso quando não praticava esportes, e pq estou satisfeita e convicta que minha estrutura é perfeita para o que me proponho a fazer no meu dia a dia.

Na academia gosto de puxar ferro, meu supino com barra é feito com 30kg no total. Gosto de correr forte, de me sentir forte e de carregar minhas próprias malas numa viagem.

Eu não quero ser magrinha, quero ser como sou. Treino todos os dias, me alimento bem e sigo uma rotina simples que me faz feliz.

Poderia ser outra, mais TOP, mais dura, mais EFICAZ.

Poderia viver fazendo dieta, poderia parar de comer minhas laricas de final de semana e poderia até tomar hormônios e drogas para atletas como muita gente anda fazendo. Certamente teria um corpo muito melhor do que o que tenho hoje, mas sei que certamente essa não seria uma rotina feliz ou saudável, tampouco algo que eu pudesse manter com harmonia pelo resto da vida.

Não uso nenhum recurso nas minhas fotos de Instagram para alterar partes do meu corpo e fico feliz que tenha gente que me ache bonita, eu tb acho. Mas hoje me sinto mais preocupada em fomentar o esporte e não passar uma imagem de mulher chata e sem conteúdo, do que sobre o que acham o deixam de achar sobre meu corpo.

Cortei meu cabelo curto porque não acredito mais que cabelo comprido é poder, desisti de ser magrinha gatinha pq não acredito mais que ser pequena é poder.

Poder é se olhar no espelho e reconhecer aquele reflexo como sendo exatamente o que você queria ver, e é assim que me sinto hoje.

Namastê, tenham uma ótima sexta!

Felicidade instantânea

Felicidade instantânea

Correr, descansar, beber uns drinks e ganhar um tênis incrível são coisas que certamente trazem felicidade instantânea para qualquer um.

Foi neste mood que a Nike armou um evento neste Sábado em São Paulo, reunindo uma turma de corredores/sneakerheads no rooftop de um dos edifícios mais famosos da cidade, o Edifício Viadutos.

Localizado no Viaduto Maria Paula, no Centro da cidade, o Condomínio Viadutos é um patrimônio tombado e um dos cartões postais de São Paulo, me lembro que desde novinha sempre que passo ali na frente falo que é um prédio que adoraria morar.

Projetado na década de 50 para traduzir o sonho Hollywoodiano pós-guerra, traz uma mistureba de estilos de arquitetura, possui 27 andares, 368 apartamentos e uma vista de 360 graus para a cidade de São Paulo.

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Bom, a felicidade instantânea já bateu só de entrar no elevador, mas ao chegar no topo podendo contemplar uma vista incrível da cidade de São Paulo numa tarde ensolarada e fria de Sábado…quase orgasmos instantâneos.

Fui recebida pelo time de pacers, que me entregaram uma camiseta temática com o logo da campanha #felicidadeinstantânea, e logo o coach Renan Viana começou as instruções para o que seria o treino do dia.

Tenho um carinho muito especial pelo centro de São Paulo, já trabalhei na Galeria do Rock e andei muito naquelas ruas todas, muitas referências de lifestyle e cultura que tenho hoje vieram desta época.

Enfim, o treino era um percurso de 7km pelo centro de São Paulo passando pela Liberdade, Sé, Av São João e tudo acompanhados por uma bike de som que chamou a atenção até de Jesus Cristo lá no céu.

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Na metade do percurso fomos contemplados pela turma de pacers que correriam um com cada corredor que estivesse presente. Fala séria, ter seu próprio pacer é demais vai?

E no final ao retornar para o edifício, chegando novamente ao rooftop vem a cereja do bolo: um time de massagistas estava nos esperando para uma session relaxante nos pés…

E no final:

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Os Ekins (Nike ao contrário, experts da marca) e Rosana Fortes, Ekin Lead (experts da Nike) contaram a história do Air Presto Ultra, que aliás NÃO É um tênis de corrida.

O Presto é um modelo de lifestyle extremamente leve e flexível, super gostoso de calçar a a Nike faz até um paralelo sobre ser a mesma sensação de vestir aquela camiseta delícia que vc ama.

“No ano 2000, lançamos 13 edições do Presto em diversas combinações de cores, cada uma representada por um personagem. O modelo era tão confortável que foi comparado a uma camiseta para os pés. Por isso, em vez de seguir a grade padrão de calçados, o Presto foi numerado igual a uma camiseta. Fonte de felicidade instantânea desde sempre. “

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16 anos depois de seu nascimento, ele vem na versão Flyknit (tricôzinho) que traz um ajuste ainda mais gostoso ao pé.

Vou contar um segredo, na real a Nike sabe do meu amor pelos produtos de Sportswear e já havia me mandando um par, por isso eu tive que fingir surpresa ao recebê-lo novamente (levei o meu e entreguei para receber de volta no final) kkkkkkkkk

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Se ganhar um Presto é felicidade instantânea, imaginem desta vez ganhar o Presto pela segunda vez com direito à massagista e Aperol Spritz na mão…

Saiba mais sobre o Presto e compre aqui.

Fotos Flickr NikeCorre

 

 

Você influencia sua família?

Você influencia sua família?

Corro desde 2007. Comecei devagarzinho na esteira, lembro que olhava com rabo de olho pro equipamento da pessoa ao lado pra ver se estava muito lenta, e posso afirmar que minha evolução nos primeiros anos de treino foi bem tímida.

Então as coisas de repente aconteceram. Comecei na O2, comecei a correr na rua, comecei a correr provas, me encantei com os efeitos especiais da endorfina no meu corpo, que era bem melhores do que os das porcarias que eu consumia na época vidaloka, e finalmente me apaixonei de verdade pela corrida.

Parei de fumar, perdi festas, perdi amigos, perdi meu guarda roupa (que virou quase todo de roupa de esporte) e ganhei uma nova identidade. Talvez minha real identidade.

Hoje vejo que não passei por todos os becos e buracos à toa. Conheci gente legal, música boa, aprendi tudo que sei sobre moda, arte e comportamento. Aprendi também a dominar uma pista de dança, a beber um copo de drink e dps um copo de água (pra não ficar bêbada) e a nunca tomar calmantes depois de uma noitada (Cassia Eller morreu assim).

Ou seja, antes de mergulhar de cabeça no universo dos esportes andei por muitos outros, e acho que foi exatamente isso que equilibrou meu coração metade vidaloka / metade coxa e hoje consigo gostar da pessoa que me tornei através desse mix de momentos.

Mas uma coisa que percebi nos últimos tempos e que não posso deixar de comentar com vocês é a influência que comecei a exercer – naturalmente – sobre minha família.

Hoje de manhã bem cedo recebi um whatsapp do meu Tio Octavio, irmão da minha mãe, que viajou essa semana para 3 Lagoas – MS contando todo feliz que estava correndo e caminhando na pista.

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Já falei aqui algumas vezes, não tenho historinha triste de vida pra contar mas sei que nunca fui exemplo de nada na minha família. Dei muito mais trabalho do que meu irmão, meus primos e até mesmo do que meus pais deram aos meus avós nos anos 70, no Rio de Janeiro.

Quando a gente olha em volta e percebe que conseguiu mudar a vida de pessoas especiais, que influenciamos na qualidade de gente que amamos, com certeza sentimos muito mais orgulho do que uma coleção de seguidores (muitas vezes robôs) e likes.

Não estou nem aí pra essa palavra “influencer” que algumas pessoas que postam selfie resolveram usar como sobrenome. Não é sobre a selfie, é muito mais do que isso.

Saber que minha mãe se levanta da cama e antes de qualquer coisa vai correr na esteira, e que meu pai mesmo longe também coloca o tênis e vai pra praia correr é algo sem precedentes. Receber um snap da minha melhor amiga vidaloka correndo também. (Inter <3)

Por isso, olhando para meus 20 anos e para meus 30 anos, hoje me sinto uma mulher vitoriosa principalmente por ser não mais uma maluca e sim um orgulho e exemplo para minha família.

E mais vitoriosa ainda por saber que com essa mudança de estilo de vida as pessoas que amo serão mais felizes, terão mais anos de vida e ficarão comigo por mais tempo.  :-)

Acho que se essa palavra “influencer” tem algum valor ou significado…então que seja esse. Que quem se acha e se diz influencer pelo menos consiga influenciar positivamente as pessoas que estão perto.

De que adianta ser admirada pelo mundo se não somos admiradas por quem a gente ama?

#agoraumpoema: ter um namorado que ama esportes, apoia a gente e não enche o saco dos treinos 6am de Sábado também considero uma vitória. <3

Namastê e tenham um ótimo final de semana.